Lei Mães Atípicas
Mães atípicas não pedem privilégios. Pedem apoio para que seus filhos tenham seus direitos garantidos e para que elas não precisem carregar sozinhas uma responsabilidade que também deve ser compartilhada pela sociedade e pelo Estado.
Essa proposta é para vocês.
Ementa
Institui diretrizes para garantir às crianças com deficiência que necessitem de apoio o acesso a cuidador ou profissional de apoio, considerando suas necessidades individuais e assegurando a participação dos pais ou responsáveis na definição do período de atendimento.
O problema
Muitas famílias, em especial as mães atípicas, enfrentam uma exaustiva jornada solitária para conseguir o suporte escolar e terapêutico adequado para seus filhos. A falta de profissionais de apoio qualificados ou a imposição de regras rígidas e descoladas da realidade da criança sobrecarregam as famílias e comprometem o desenvolvimento e a inclusão dos estudantes.
O que Adriana propõe
Garantir suporte humanizado e individualizado nas escolas e equipamentos públicos, assegurando que o direito à educação e ao desenvolvimento pleno seja acompanhado de perto por quem realmente conhece as necessidades da criança: sua família.
Como funcionará
- Atendimento personalizado focado nas necessidades individuais de cada criança
- Profissionais de apoio qualificados presentes na rotina escolar e de atendimento
- Participação ativa dos pais ou responsáveis na definição do período e formato do atendimento
- Redução da sobrecarga materna por meio da corresponsabilidade do Estado e da sociedade
Quem será beneficiado
Crianças com deficiência que necessitam de apoio especializado, suas famílias e, em especial, as mães atípicas que hoje dedicam suas vidas a preencher lacunas institucionais.
Resultado esperado
Uma rede de proteção e inclusão real, onde o Estado assume o seu papel, garantindo dignidade para as crianças e alívio para quem cuida.
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