Saúde sem CEP
Ninguém deve perder atendimento médico por causa do endereço onde mora.
Conheça a proposta
Compromisso com a Justiça, Família e o Desenvolvimento Social
Veja como podemos mudar Minas ↓Três compromissos que colocam o cidadão no centro das decisões.
Ninguém deve perder atendimento médico por causa do endereço onde mora.
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Conheça a propostaMinha história não começou na política.
Começou na luta.
Sou filha de um pedreiro e de uma dona de casa. Aprendi desde cedo que nada vem fácil e que dignidade se constrói com trabalho, coragem e perseverança.
Aos 15 anos, comecei a trabalhar. Desde então, conheci diferentes realidades e diferentes profissões. Trabalhei, aprendi, errei, recomecei e, principalmente, aprendi a olhar para as pessoas e entender suas dificuldades.
Minha trajetória profissional me levou por caminhos muito diferentes: passei pelo comércio, trabalhei com treinamento e gestão de pessoas, tive experiência no Banco do Brasil, na Cruz Vermelha, no Tribunal Regional Federal e no Ministério Público Federal.
Mas eu queria mais.
Queria compreender melhor as leis e entender por que, tantas vezes, aquilo que deveria ser um direito acaba se transformando em uma batalha.
Foi então que fui estudar Direito.
Não foi apenas uma graduação. Foi uma escolha de vida.
Também me formei em Gestão de Pessoas, porque sempre acreditei que, antes de qualquer projeto, existem pessoas. Pessoas que precisam ser ouvidas, respeitadas e tratadas com dignidade.
Minha experiência como conciliadora voluntária no Tribunal de Justiça de Minas Gerais me ensinou ainda mais sobre isso.
Ali, diante de conflitos e histórias reais, percebi que muitas pessoas não precisam apenas de uma resposta jurídica. Elas precisam de alguém que escute, compreenda e procure uma solução.
Foi assim que comecei a enxergar a política de outra maneira.
Política não deveria ser sobre discurso.
Deveria ser sobre resolver problemas.
Eu já estive do outro lado. Já precisei enfrentar burocracias. Já conheci de perto as dificuldades de quem procura o Estado e muitas vezes encontra portas fechadas, demora, falta de informação ou simplesmente alguém dizendo: “não pode”.
E foi justamente por conhecer essas dificuldades que decidi não ficar apenas reclamando.
Decidi participar.
Já fui às urnas como candidata. Já conheci as dificuldades de uma campanha. Já enfrentei portas fechadas, ouvi muitos “nãos” e aprendi que coragem não significa não ter medo.
Coragem é continuar mesmo quando existe medo.
Hoje, minha vontade de entrar para a política não nasce de uma carreira política tradicional.
Nasce da minha trajetória.
Nasce das pessoas que encontrei pelo caminho.
Nasce das injustiças que presenciei.
Nasce da vontade de transformar indignação em solução.
Eu não acredito que política seja lugar para quem quer apenas aparecer.
Acredito que política é lugar para quem está disposto a trabalhar.
Quero levar para o Parlamento a experiência de quem começou trabalhando aos 15 anos, estudou, enfrentou dificuldades, conheceu diferentes áreas profissionais, esteve dentro dos tribunais e aprendeu, na prática, que muitas vezes uma pequena mudança na lei pode fazer uma enorme diferença na vida de alguém.
Foi por isso que escolhi esse caminho.
Porque eu não quero apenas falar sobre os problemas.
Quero ajudar a resolvê-los.
Fui ao tribunal por justiça. Fui às ruas por mudança. Agora vou ao Parlamento porque cansei de esperar e resolvi fazer.
Essa é a minha história.
Essa é a minha trajetória.
Eu sou Adriana Paz. E essa caminhada está apenas começando.
Adriana quer transformar a experiência de quem enfrenta filas, burocracia, abandono e falta de oportunidades em leis nacionais que protejam as pessoas.
Ideias construídas a partir dos problemas reais enfrentados diariamente pelos brasileiros.
Ninguém deve perder atendimento médico por causa do endereço onde mora.
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